Não sei para quem escrevo e nem o porquê de escrever.
A verdade é que hoje todas as minhas memórias são ridículas e escrevendo, eu exerço algum poder de fala.
Há vezes em que a ansiedade me pega para dançar com ela...
me convence de que não sou suficiente para nada.
Não sou suficientemente convicente.
Não sou bonita, atraente e que nunca serei.
Mas no meio do caos da minha cabeça, eu me lembro de que tenho tantos amigos incríveis, que talvez eu seja um pouquinho assim.
Um pouquinho incrível em meio aos meus caos.
Espero que isso signifique crescer e que essas pessoas saibam o quanto me fazem bem.
Aos infinitos que estou construindo aos poucos, estou sendo grata.
Sou e serei eternamente grata.